O Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinou, nesta terça-feira (29.set.26), o retorno imediato ao trabalho dos empregados da Caixa Econômica Federal que estavam em greve desde o último dia 10. de setembro.
A decisão, relatada pelo ministro Maurício Godinho Delgado, reconheceu que a paralisação ocorreu dentro da legalidade e não foi considerada abusiva. O TST também manteve as regras atuais do Saúde Caixa, principal ponto de impasse entre a direção do banco e os empregados.
O ministro sugeriu que as questões relacionadas à assistência médica sejam discutidas em um Grupo de Trabalho e destacou a importância da negociação entre as partes.
De acordo com a decisão, os dias parados deverão ser compensados em até 180 dias. O acordo terá validade de dois anos e prevê reajuste salarial pelo INPC mais 0,6% de aumento real em 2026 e 2027. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) seguirá os moldes do acordo anterior.
O Sindicato dos Bancários da Bahia informou que retirou os piquetes das unidades e não impede a entrada dos empregados, em cumprimento às determinações do TST.
A entidade também afirma que manterá a mobilização por mudanças no Saúde Caixa, incluindo igualdade de direitos para empregados admitidos após agosto de 2018, manutenção do plano após a aposentadoria, retomada do custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos beneficiários, além do fim do teto estatutário.








































































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