O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e seu vice, Geraldo Alckmin (PSB), assinaram nesta tarde, em sessão realizada no Congresso Nacional, em Brasília, o termo de posse para o mandato de 2023 a 2026.
Eleito com mais de 60 milhões de votos no segundo turno, Lula foi empossado, neste domingo (1º/1), como o 39º Presidente da República. Após 12 anos, o petista, aos 77 anos, retorna ao Palácio do Planalto para o seu terceiro mandato não consecutivo.
Lula assume o posto máximo do país trazendo novamente o PT à frente do Executivo Federal. Ele vai suceder Jair Bolsonaro, eleito em 2018 com o discurso de homem simples, antipetista e anticorrupção.
Bolsonaro foi o responsável por “romper” com um ciclo petista à frente da Presidência que perdurou por mais de uma década.
Lula foi eleito em meio a eleição mais polarizada da história da redemocratização brasileira até o momento. Isso em decorrência da fragilidade de imagem do Partido dos Trabalhadores pós Operação Lava Jato e o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016.
Lula venceu a eleição menos de três anos após deixar a prisão. Entre abril de 2018 e novembro de 2019, ele ficou detido acusado de corrupção e lavagem de dinheiro, no âmbito da Operação Lava-Jato.
O petista deixou a prisão após 580 dias detido, quando o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o cumprimento da pena deve ser iniciado após o esgotamento de todos os recursos, opondo-se à prisão após condenação em 2ª instância. Na época, Lula ainda tinha recursos pendentes de análise nas Instâncias superiores.
Posteriormente, a Corte anulou as condenações de Lula por considerar que o ex-Juiz Federal Sergio Moro, responsável por decidir os rumos do caso, atuou parcialmente no julgamento do petista. O STF ainda entendeu que a tramitação do processo ocorreu em jurisdição incompetente para o julgamento do caso. Informações do Estado de Minas.














































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