Eleito governador de São Paulo na esteira do bolsonarismo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) tem feito uma série de gestos a Jair Bolsonaro (PL), dentre eles o de hospedar o ex-presidente no Palácio dos Bandeirantes, sede da administração de SP. Tais gestos, entretanto, têm sido questionados pela esquerda, que aponta falta de transparência.
Conforme Lauro Jardim, no O Globo, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) abriu uma consulta via Lei de Acesso à Informação (LAI) para saber da Casa Civil de Tarcísio quanto havia sido gasto com a permanência de Bolsonaro na sede do governo paulista; qual função pública ele estaria exercendo no local e qual seria a motivação da estadia; e ainda com quais auxiliares do governador teria se reunido.
Segundo a publicação, depois de prorrogar o prazo inicial de dez dias para responder, a equipe do governador de SP afirmou que a visita “não teve caráter oficial” e se destinava à ala residencial do prédio público, e, com base em entendimento do CGU, afirmou que por este motivo estaria protegida pela “intimidade e privacidade”. Insatisfeita com a resposta, a deputada já apresentou recurso contra o sigilo, também com base em norma da CGU.
A visita de Bolsonaro a Tarcísio aconteceu entre 14 e 19 de setembro, depois que o ex-presidente deixou o Hospital Vila Nova Star, onde se submeteu a cirurgias. O gesto ocorreu após o governador ter sido criticado por não ter estado com o ex-presidente no 7 de Setembro. Informações do bahia.ba.















































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