Em reunião que ocorre nesta terça-feira (18), em Brasília, entre a executiva estadual e a bancada federal do Partido Progressista (PP) o martelo será batido em torno do nome do novo comandante estadual da sigla, em substituição ao deputado federal João Leão.
Sabe-se que o controle será em esquema de rodízio, porém caciques pepistas não se arriscam a apontar quem será o primeiro a levar o bastão, o deputado federal Mário Negromonte Jr. ou o ex-deputado Ronaldo Carleto. O embate entre eles, neste sentido, estaria grande, mas Mário Negromonte Jr. é apontado como o favorito.
Em conversa com o bahia.ba, o secretário-geral do partido, Jabes Ribeiro, também não quis fazer nenhum prognóstico antecipado. “A reunião de hoje, em que a bancada estadual delegou a executiva e a bancada federal, será exatamente para isso, para que encontremos esse consenso, preservando a unidade partidária, de forma a evitar qualquer espécie de fratura que seria muito prejudicial ao partido neste momento”, frisou.
Ao lembrar que no último pleito o PP elegeu 92 prefeitos, ficando atrás apenas do PSD, Jabes elencou que o momento é de olhar para frente, com vistas para 2024 e ‘continuar forte na Bahia’.’
“Fizemos uma opção de projeto que não saiu vencedor [apoiar a eleição de ACM Neto para o governo da Bahia], mas o partido saiu forte. Nosso papel agora é, a medida que Leão decidiu concluir seu trabalho, buscar uma direção partidária que entenda o momento do partido na Bahia e do pós-eleições, respeitando as posições colocadas, de forma que o partido garanta a unidade. Minha percepção é o que todos desejam e, a partir dessa premissa, temos o desafio que são as eleições, precisamos organizar o partido, afinal queremos continuar fortalecidos”, destacou.
Atualmente existem duas alas no PP: a que marcha com o governo Jerônimo Rodrigues (PT), que é maioria entre os políticos pepistas com mandato, e a segue no grupo liderado pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União), que tem como principais representantes o ex-presidente Leão e o secretário de Governo da gestão Bruno Reis (UB), Cacá Leão.
Sobre essa divisão, Jabes afirmou que nenhuma articulação passou pelo diretório, mas entende o posicionamento dos correligionários e, o consenso para a decisão de hoje, passou pelo respeito à essas decisões.















































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