A Comissão de Infraestrutura, Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) realizou, nesta terça-feira (4), uma audiência pública para tratar de problemas na concessão das estradas BR-324 e BR-316, conduzidos pela ViaBahia.
O presidente da empresa, José Pedro Guerreiro Bartolomeu, deu esclarecimentos sobre problemas apresentados por parlamentares, que questionaram, entre outros, o não cumprimento de obras previstas em contrato, como a duplicação da BR-116 no trecho que corta o Sudoeste do Estado.
Bartolomeu explicou que a não realização de obras represadas no valor de R$ 8 bilhões se dá por conta da não revisão contratual prevista para ser feita a cada cinco anos.
A rodovia passou a ser pedagiada em 2009 e, até o momento, segundo o presidente da companhia, nenhuma das revisões quinquenais previstas havia ocorrido, o que acarretaria em defasagem nos valores e benefícios para o transporte, que ainda assim teria feito investimentos em melhorias na casa dos R$ 400 milhões.
Os deputados criticaram fortemente a atuação da ViaBahia na administração das estradas que cortam o Estado.















































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