Pesquisa Quaest, divulgada nesta 4ª feira (11.fev.2026), aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os sete cenários de 2º turno testados contra nomes da oposição. As vantagens variam de 5 a 19 pontos percentuais, a depender do adversário.
O cenário mais equilibrado é contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), considerado o principal nome da oposição. Lula aparece com 43%, contra 38% de Flávio, uma diferença de 5 pontos, menor do que a registrada em janeiro (7 pontos) e dezembro (10 pontos).
Segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, o levantamento indica uma redução gradual da vantagem do presidente. “A pesquisa revela uma diminuição residual da vantagem de Lula para Flávio. A diferença era de sete pontos no mês passado e passou para cinco”, afirmou.
Entre os eleitores que se declaram independentes, considerados decisivos na disputa, a vantagem de Lula também caiu. Em janeiro, o presidente tinha 16 pontos de vantagem; agora, a diferença é de 5 pontos: 31% a 26%.
Além de Flávio Bolsonaro, Lula aparece à frente nos confrontos contra:
-
Ratinho Jr. (PSD): 43% a 35%
-
Ronaldo Caiado (União Brasil): 42% a 32%
-
Romeu Zema (Novo): 43% a 32%
-
Eduardo Leite (PSD): 42% a 28%
-
Aldo Rebelo (DC): 44% a 25%
-
Renan Santos (Missão): 44% a 25%
A pesquisa é a primeira da Quaest em 2026 sem o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem declarado intenção de disputar a reeleição. Nos cenários de 1º turno, Lula lidera com índices entre 35% e 39%, enquanto Flávio Bolsonaro aparece como principal adversário, com percentuais entre 29% e 33%.
Sobre o governo, 49% desaprovam a gestão Lula, enquanto 45% aprovam. Para 43% dos entrevistados, a situação da economia piorou nos últimos 12 meses. O levantamento também mostra que 57% dos entrevistados avaliam que Lula não merece um novo mandato, enquanto 39% defendem sua reeleição.
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, entre 5 e 9 de fevereiro de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.















































Comente este post