Em um ato concorrido e marcado pela presença de autoridades dos três Poderes, foi realizada, nesta segunda-feira (9.fev.26), a posse solene do conselheiro Josias Gomes no Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA).
A cerimônia ocorreu no auditório Conselheiro Lafayette Pondé e contou com a participação do governador Jerônimo Rodrigues, do vice-governador Geraldo Júnior, além de deputados estaduais e federais, prefeitos, ex-prefeitos, magistrados e representantes de instituições públicas.
Ao assumir oficialmente a função, Josias Gomes afirmou que passa a integrar o TCE-BA “com honra, responsabilidade e profundo compromisso com o povo baiano”, ressaltando que suas decisões serão guiadas pela legalidade, pela ética e pelo interesse público.
A solenidade foi conduzida pelo presidente do TCE-BA, conselheiro Gildásio Penedo Filho, e teve um tom simbólico e cultural desde o início, com a entrada do novo conselheiro ao som da música “Bahia, Forró e Folia”, interpretada pelo sanfoneiro Cicinho de Assis, acompanhado da filha, a cantora Julie de Assis, que também participou da execução do Hino Nacional e do Hino ao Dois de Julho.
A saudação oficial ao novo conselheiro foi feita pelo conselheiro João Evilásio Bonfim, que destacou a trajetória pessoal e profissional de Josias Gomes, classificando sua chegada ao Tribunal como o reconhecimento de uma caminhada consistente e da confiança em sua capacidade de contribuir para o fortalecimento do controle externo e da administração pública baiana.
Em seu discurso, Josias Gomes relembrou suas origens humildes nos engenhos da zona da mata pernambucana e destacou o papel transformador da educação pública em sua vida. Segundo ele, a posse representa mais do que a ocupação de um cargo, mas o recebimento de uma missão de Estado.
“O serviço público só faz sentido quando está a serviço da justiça social, da democracia e da dignidade humana”, afirmou o novo conselheiro, ao defender uma atuação do Tribunal de Contas voltada não apenas à punição, mas também à prevenção de irregularidades, à qualificação do gasto público e ao fortalecimento da boa governança.















































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