Um vídeo que circulou nas redes sociais nesta quarta-feira (13.mai.26) trouxe acusações de violência doméstica contra o então chefe da Guarda Civil Municipal de Jaguaquara. Nas imagens, uma mulher que se identifica como ex-companheira do servidor público aparece mostrando hematomas pelo corpo, que, segundo ela, seriam resultado de agressões sofridas.
Durante o vídeo, a mulher afirma ainda que tentou registrar um boletim de ocorrência na noite de terça-feira (12.mai.26), mas alegou que não conseguiu formalizar a denúncia naquele momento. Conforme apurado, o boletim de ocorrência foi registrado na manhã desta quarta-feira. O caso deverá seguir os trâmites legais e ser acompanhado pelas autoridades competentes no âmbito policial e do Poder Judiciário.
Após a repercussão do caso, a Prefeitura Municipal de Jaguaquara divulgou, no fim da tarde desta quarta-feira, uma nota oficial informando a exoneração do então chefe da Guarda Civil Municipal. Segundo o comunicado, a decisão foi tomada após a gestão tomar conhecimento do vídeo com as acusações envolvendo o servidor.
“A Prefeitura Municipal de Jaguaquara vem a público informar que, após tomar conhecimento dos fatos envolvendo o então chefe da Guarda Civil Municipal, acusado em vídeo que circula nas redes sociais da prática de crime de violência doméstica contra a mulher, decidiu pela exoneração sumária do referido servidor da função de direção da corporação”, informou a nota.
A administração municipal destacou ainda que repudia qualquer forma de violência, especialmente no ambiente familiar. “O Poder Executivo Municipal manifesta completo repúdio a qualquer forma de violência, especialmente aquelas praticadas no ambiente familiar, local onde todos devem se sentir seguros, respeitados e protegidos”, acrescenta o comunicado.
A Prefeitura ressaltou que respeita os procedimentos investigativos e judiciais que deverão ocorrer a partir do caso, entendendo que a apuração cabe às autoridades competentes. “A Administração reafirma seu compromisso com o respeito, a dignidade humana e a proteção das mulheres”, conclui a nota oficial.
Até o momento, não houve manifestação oficial da defesa do servidor citado nas acusações.













































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